A empresa que gere receitas adicionais para eCommerce através de soluções de Retail Media revela no seu mais recente estudo que o turismo posiciona-se como a terceira categoria de compra online mais recorrente, apenas atrás de moda e tecnologia.
“Os dados do nosso último estudo demonstram que os serviços turísticos mantêm uma presença muito significativa no comércio eletrónico português”, segundo Eduardo Esparza, VP General Manager da Webloyalty Ibéria & LATAM, que destaca que “60% dos consumidores portugueses reserva alojamento de forma online, seguido da reserva de bilhetes e atividades (42%) e o transporte (41%). Além disso, 24% opta já por pacotes de férias completos”.
O responsável aponta ainda que “esta tendência reflete a consolidação da confiança dos consumidores neste canal para planear e contratar as suas viagens”.
Entretanto, a Semana Santa, de acordo com a empresa, continua a ser um momento de altíssima concorrência entre as empresas do setor turístico. Enquanto os consumidores beneficiam da proliferação de ofertas, as companhias enfrentam o desafio de manter as suas margens num contexto de custos em alta, agravado pelas tensões geopolíticas que dispararam os preços do petróleo e geraram volatilidade nos mercados, situação que acrescenta pressão adicional a um setor que já operava com margens ajustadas.
Neste contexto o retail media “consolidou-se como uma ferramenta estratégica para as empresas turísticas que procuram gerar receitas adicionais sem comprometer a experiência do cliente”, explica Eduardo Esparza. “Integrar estas soluções no ponto de venda digital ou ao finalizar o processo de compra permite às companhias rentabilizar o elevado tráfego de consumidores que recebem em períodos como a Semana Santa”.
O mais relevante “é que o retail media trabalha com dados próprios (first-party data), o que permite implementar publicidade direcionada que impacta os clientes com conteúdos no momento ideal, melhorando assim a experiência de compra em vez de a prejudicar. Além disso, oferece uma via dupla de valor: as empresas turísticas podem rentabilizar o seu próprio tráfego web e, simultaneamente, alcançar novos consumidores diretamente nas plataformas de retalhistas onde já estão a procurar ativamente produtos e serviços”, sublinha Esparza.